
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Coisas Complexas

quinta-feira, 30 de julho de 2009
Cadê os mestres?

Cadê os mestres?
1. Mais uma aula...
Alguns fingem que estão entendendo...(tensão no ar. “Espero que ele não me chame!!!”).
Vários concordam com o professor sem saber do que ele está falando (“Ihh! Ele está me olhando, vai perguntar!!!”).
E quase ninguém está aprendendo. (“Putz! Ele sempre pergunta o que eu não sei”).
Professores não são respeitados, tem salários irrisórios, falta condições, falta interesse dos alunos, etc, etc, etc...
Entretanto, há um “lado da moeda”, que sempre é deixado ás escuras: o lado do aluno.
Não tem coisa pior, do que você passar 60 meses pagando mensalidades para ter um aprendizado decente, e a cada semestre “quebrar a cara”, com as pessoas que definitivamente não servem para ensinar aos que tem sede de conhecimento.
Existem vários tipos de professor:
Professor vaidoso – É aquele que não dá aula, mas anda sempre, com o livro de baixo do braço.
Professor cientista– É aquele que passa o tempo todo procurando um método, como remédio de todos os males.
Professor acanhado – É aquele que escuta o que os outros falam, não emite opinião, mostra sempre um sorriso.
Professor populista – É aquele que dá nota gratuita para todos.
Professor egoísta – É aquele que diz a todo mundo que é o único que ensina.
Professora “Helena” - O nome vêm da bondosa professora da falecida novelinha mexicana Carrossel. Esse tipo de professora (não há professores do sexo masculino dessa espécie) trata seus alunos como crianças de 5 anos de idade, estejam eles na 8ª, 1º colegial ou até mesmo na faculdade.
Professor "Quero-ser-Jerry-Seinfeld” - O professor metido a engraçadinho. Conta piadas durante a aula inteira, e às vezes até troca o assunto da aula por sessões de piadinhas. Costuma ser repreendido por diretores e afins. É o tipo de professor mais adorado por seus alunos. E odiado por alguns, aqueles que querem ter aula.
Professor "Eu-sei-zoar” - E há aquele tipo de professor que em suas aulas fica tirando um barato com a cara dos outros professores e de seus alunos. Mais comumente encontrado em colegial ou cursinho, esse tipo de professor é adorado pela turma, principalmente quando fala mal daquele professor que a turma toda odeia.
Para quem quer realmente estudar, não existem professores piores, do que os mencionados acima. O aluno fica em estado de choque quando se depara com uma criatura dessas: não sabe se ri, se chora, se grita, se vai embora ou se conforma em não aprender.
Claro, concordo, que as condições de trabalho para o professor deveriam ser melhores, mas será que não falta algo mais?
Sim. Faltam:
- Professores realmente preocupados com o aprendizado dos alunos;
- Professores sérios, que não fiquem “se abrindo que nem paráquedas” só para agradar os ”aluninhos”;
- Professores dispostos a realmente ensinar, sem ficar parando a explicação para contar piadas medíocres.
Enfim, essa é a realidade, que a mídia “sem querer querendo” deixa de lado, que o governo “faz de conta” que está tudo certo, e que as pessoas se conformam por serem muito pacíficas.
Cadê os mestres?
Fontes:
http://cafufpr.files.wordpress.com/2008/10/imagem-professor7.jpg
http://alternativasintepe.blogspot.com/2007/10/os-tipos-de-professores-humor.html
http://ouseseridiota.blogspot.com/2004/03/tipos-de-professor-que-com-certeza-j.html
domingo, 21 de junho de 2009
Comparação: a vilã da individualidade humana.

O ser humano é uma criatura incrível, mas infelizmente muito influenciável. As pessoas passam mais da metade da vida se comparando com as outras, deixando de lado o fato que cada sujeito é único e tem particularidades: morais, intelectuais e estéticas.
Reportagens demonstram que muitos jovens cometem verdadeiras loucuras para alcançar os "padrões de beleza" desejáveis na sociedade. Os meios de comunicação de massa fazem as crianças sonhar com esse tal padrão, o que por vezes pode prejudicar o trabalho das escolas de fazer com que os pequenos desde cedo convivam com as diferenças, respeitando e compreendendo, não o feio, mas sim o diferente, até porque cada ser humano é único e aprender a respeitar as diferenças é um dos primeiros passos para uma sociedade harmônica.
O defeito que quase todo sujeito tem de se comparar com outro, traz a tona uma questão muito importante para o homem: a sua individualidade, característica inerente a cada ser, que vem sendo lesada, desde tempos remotos, por extremismos ideológicos.
“(...) o homem poderá fazer uso consciente do seu livre arbítrio, resgatar a sua vida (...)”, vida que está aprisionada às vezes imperceptivelmente por paradigmas egocêntricos.
Antes de continuar, quero deixar bem claro, que não estou criticando a identificação do individuo com algum grupo (minoria) que seja determinado por um padrão, pois essa é outra característica essencial para a convivência do sujeito na sociedade, que é a pessoa se identificar com alguém que possua os mesmos gostos que ela.
O ponto de impacto aqui é a comparação nociva, por exemplo: “Eu não tenho um corpo desejável como a fulana tem” ou então, “eu queria ser como a ciclana”. Isso é um verdadeiro veneno para o bem estar da pessoa, é um verdadeiro desrespeito a própria individualidade, ao modo de ser, de cada um. Uma pessoa que não ama a si mesma está destinada a ter uma vida frustrada.
“O esquecimento de si mesmo equivale a uma escura masmorra psicológica, onde involuntariamente cada um encerra seu próprio espírito” (PECOTCHE, 2009 p. 12).
Eu admito, já passei por isso, passei semanas quebrando a cabeça, questionando porque eu não nasci como fulana, mas depois de um certo tempo e muita leitura, você acaba entendendo que tem coisas muito mais interessantes na vida: nós mesmos.
Ninguém vai lutar por você, por isso devemos nos amar, do jeito que somos, seja como for, mas isso, porém não quer dizer que devemos nos conformar com nossa situação. Temos de dar sempre o melhor de nós, e lutar por nossos sonhos, acreditar em nosso potencial.
Quem acredita em si mesmo pode tudo.
Fonte:
PECOTCHE, Carlos Bernardo González. Curso de iniciação logosófica: Estudos práticos dos conhecimentos que o integram. São Paulo: Logosófica, 2009.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Colapso na atualidade

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